Pra Desterro Falar
Pra quem perdeu o último “Pra desterro”…
Jul 15th
… pode ouvir a excelente fala do Fernando Bittencourt sobre a Copa Do Mundo e também os procedimentos científicos, minuciosamente calculados, para transformar garotos em máquinas futebolísticas. O programa foi gravado e pode ser baixado em http://cirandadapalavra.podomatic.com/
Lá estão algumas das últimas edições do programa também.
Estufa de Atletas + Abordagem crítica da Copa do Mundo hoje, no “Pra desterro falar”
Jul 12th
A Copa do Mundo acabou, e a taça não é nossa. Na verdade, quem ganha mais não é nem mesmo a delegação espanhola, mas corporações esportivas e cartolas da FIFA e de Confederações Nacionais de Futebol, como A CBF de Ricardo Teixeira. Eventos esportivos em geral são momentos de grandes negociações, de grandes alterações nos municípios-sede, de grande desatenção política por parte de todos – afinal, quer coisa mais interessante do que um polvo que sabe os resultados das partidas antes de elas acontecerem? Isto realmente não acrescenta muita coisa?
Além disso, o esporte de alto rendimento tem sido um espaço desenvolvimento de alta tecnologia. Os clubes têm desenvolvido verdadeiras “estufas de atletas”, a fim de produzirem jovens capazes de aguentar as condições físicas de velocidade, explosão e resistência. Muito dinheiro tem sido injetado nisso, tanto que jogadores de compleição física esquálida, como o Ronaldinho Gaúcho na época do Grêmio, aparecem bem mais encorpados após ida para a Europa.
Estes e outros assuntos serão abordados no programa “Pra desterro falar” de hoje, que contará com a presença de Fernando BittencourDoutor em antropologia pela UFSC e professor do IFSC. Não perca, 12 de julho, às 20 hs, na rádio comunitária Campeche 98.3 FM ou www.radiocampeche.com.br
Dub italiano + Aleitamento materno + problemas da saúde no Sul da Ilha: disponíveis para ouvir!
Jun 23rd
Depois de um outono de desesperança, o “Pra Desterro Falar” volta a publicar edições do programa para os interessados em escutar. Os últimos dois programas vão a seguir e, apesar de serem assuntos totalmente diferentes entre si, guardam cada um seu fascínio. De um lado, um relato do Andrea sobre a cena do dub, no Brasil, na Inglaterra e na Itália. Este ritmo tem diferentes vinculações com as lutas políticas, sociais e religiosas nestes diferentes países – contextos que são bem interessantes. Além disso, o Andrea falou sobre o reacionarismo político na Itália e deu um monte de fontes na internet para quem quiser se aprofundar no tema. O programa foi ao ar no dia 14 de junho e pode ser escutado aqui:
http://cirandadapalavra.podomatic.com/entry/2010-06-23T08_59_43-07_00
De outro lado, dando continuidade a quase um ano do quadro mensal “E Por Falar em saúde”, com o Conselho Local de Saúde da fazenda do Rio tavares, tivemos a presença da Dra. Cássia, do posto de saúde daquela região, conversando sobre dois temas importantes: aleitamento materno e falta de funcionários nas unidades de saúde do sul da ilha. Na primeira parte, tivemos a presença da espetacular Oranidna, da maternidade Carmela Dutra, que discorreu sobre cuidados necessários para um bom aleitamento infantil. Na segunda parte, contamos com a presença do Vicente, do Conselho Local de Saúde da Armação, para falar um pouco das críticas do pessoal do Sul da Ilha à política municipal de saúde e às organizações que estão acontecendo para pressionar o poder público neste sentido. Ao final, temos ainda uma agenda com diversos eventos vinculados à cultura e à saúde na nossa região. Escute esta edição, do dia 21 de junho de 2010, em:
http://cirandadapalavra.podomatic.com/
Aleitamento materno + Falta de funcionários nas unidades de saúde do Sul da Ilha
Jun 21st
Pra Desterro Falar de hj apresenta o quadro mensal “E Por falar em saúde”, com temáticas importantes: cuidados com o aleitamento materno + falta de funcionários nas unidades de saúde do sul da ilha.
Presença da Dra. Cássia, do centro de saúde da Fazenda do Rio Tavares.
Não perca: 21 de junho, a partir das 20 hs, na rádio Campeche, 98.3
Um intervalo para reflexão (se me permitem)
May 11th
Não dá pra vacilar nem um pouquinho. Nem piscar os olhos: perdeu a atenção um segundinho só e a coisa toda explode. Se a gente ficar enterrado demais na nossa própria vidinha, no cotidiano imediato, com olhos apenas para o que se pode alcançar rapidamente, é muito provável que um susto de algum outro lugar nos paralise gravemente.
Confesso que a última semana foi assim: absorvido por preocupações pessoais, deixei de prestar atenção ao contexto em volta. Não pensei no que acontecia no bairro, na cidade, no mundo inteiro. E, sem mais nem menos, uma chuva de coisas me pegou desprevenido. Pra começar, a inacreditável notícia de mais um aumento na já inacreditável tarifa do inacreditável transporte coletivo de Florianópolis. Como somos um município especial, cheio das acrobacias administrativas mais inusitadas, temos dois preços para o mesmo serviço: com cartão, estávamos em 2,20 reais; sem cartão, 2,80. Isto, mesmo com o subsídio mensal de 500 mil reais fornecido pela prefeitura às empresas de ônibus.
Como nenhuma destas estratosféricas somas é suficiente para saciar a sede da rapaziada que manda na província, a tarifa sobe para 2,45 com cartão e 3,12 sem. Num canetaço surpreendente, tão afim à democracia praticada nesta polis, ainda tão Floriana. Temos agora uma tarifa definitivamente mais cara que o litro da gasolina, o que estimula qualquer ser humano racional e dono de um carro a ir deslocar-se em veículo individual motorizado, pois é mais barato. O que leva, por conseqüência, ao colapso das vias de transporte do município, como temos vivido todos os dias nos adoráveis engarrafamentos que, democraticamente, nos deixam todos parados.
Mas não é só: trabalhadores do serviço municpal de saúde, educação e outros setores receberam proposta de aumento de 3% no salário, parcelado em 3 meses. Anunciaram em estado de greve. Provavelmente a mídia empresarial local dirá que a população será prejudicada por mais esta greve irresponsável. “Todos os anos a mesma coisa, prejudicando a população que mais precisa do serviço de creches, postos de saúde, recolhimento de lixo”… Por que não invertemos a lógica e perguntamos como estão as condições de trabalho destas pessoas, como estão seus níveis de stress, se o aumento de salário se compararia aos benefícios que os donos de empresas de ônibus ou de grandes empreendimentos imobiliários locais recebem em forma de incentivos fiscais do município ou de facilitações na legislação? É só vermos o plano diretor proposto pela prefeitura de Florianópolis para entender que a Ilha, em sua visão, é um grande tabuleiro de “Banco Imobiliário”, onde não se vê gente, cultura, recursos naturais, mas sim dinheiro, dinheiro, e dinheiro.
Passemos, muito rapidamente, ao governo estadual: o governador Leonel Pavan, também conhecido como Gerard Depardieu, quer que Cacau Menezes (é, aquele mesmo) assuma a Fundação Catarinense de Cultura. Ao saber disso, Anita Pires, última gestora da pasta, pediu demissão na hora.
Pavan também quer descriminalizar o “bico” de policiais civis e militares, liberando-os para trabalhar em empresas de segurança privada nas horas vagas. É evidente que o trabalho excessivo não contribuirá em nada para a melhoria da segurança pública no Estado. Será que Pavan pensa o contrário? É esquisito: por que não aumentar o salário dos policiais, investir mais em qualificação, garantir seus direitos trabalhistas, ao invés de apostar no caos? Ainda está fresca a lembrança do aumento conferido por este mesmo governo do Estado para as altas patentes da polícia militar, deixando praças de fora. Ainda está fresca a perseguição promovida contra a APRASC, visando impedir que os soldados e cabos se organizem e reivindiquem seus direitos.
Ah, e por fim: Pavan quer um novo palácio de Governo. O Palácio da Agronômica é pequeno demais, a vista já não é tão agradável… Quer construir algo bem nababesco, pantagruélico, babilônico. Afinal, é algo de primeira necessidade para os cidadãos de SC atualmente. Ao mesmo tempo, doou terreno para um Centro Cultural da França bem ao lado da Casa d’Agronômica. Nada contra, mas fica a questão: será que o governo estadual tem tido o mesmo empenho em garantir o terreno do Campo de Aviação, na Av. pequeno Príncipe, no Campeche, para a construção do parque comunitário que já conta com projeto e tudo? Ou tem se mexido junto ao Ministério do Meio Ambiente para garantir a regulamentação da unidade de conservação na planície do Pântano do Sul? Me parece que não, e me parece que tudo isso é de uma ironia grotesca demais.
Haveria outras coisas. Mas todas caíram na minha cabeça ao mesmo tempo. Assim fica difícil. Há as matérias da revista “Veja” negando a importância da sociologia e da filosofia no ensino médio. Nesta mesma revista, a acusação aos antropólogos de estarem manipulando demarcações de terras indígenas: para provar isso, inventaram declarações que antropólogos respeitados mundialmente não teriam emitido em momento algum. Há também o escândalo da divisão dos lucros de 2009 da Casan. Há a construção da nova sede da prefeitura municipal bem abaixo da ponte Hercílio Luz….
Enfim, a coisa está feia. Mas há bons ventos, também: a rapaziada está se juntando, de forma bem organizada, pra protestar contra o aumento da tarifa; há greve na Eletrosul; há a greve dos servidores municipais. Em ano de eleição, é sempre bom que isso aconteça, nem que seja só para queimar o filme dos fantoches que querem se reeleger.
Se cada indivíduo ou grupo percebesse como pode incomodar, a coisa seria bem diferente. É sempre a velha história: juntos podemos mais.
“E por falar em saúde…” está de volta!
Apr 25th
O tema saúde local está voltando ao programa “Pra Desterro Falar” nesta segunda-feira, dia 26 de abril de 2010. Isto porque ocorrerá a reestréia do quadro mensal “E por falar em saúde”, conduzido pelo Conselho Local de Saúde da Fazenda do Rio Tavares, no qual são tratados temas relevantes para a prevenção e cuidado com a saúde dos habitantes do sul da Ilha.
O “E por falar em saúde…” acontece todas as terceiras segundas-feiras de cada mês, às 20 hs. Provavelmente o assunto desta edição será o novo código de Ética da Medicina. Caso queira remeter perguntas sobre o tema ou sobre o assunto saúde em geral, escreva para contato@radiocampeche.com.br ou telefone para 3237-2022, no horário do programa.
“Pra Desterro Falar” de hoje é sobre o dia internacional da mulher
Mar 8th
Hoje, dia 8 de março, o programa “Pra Desterro Falar” estará dedicado ao dia interacional da mulher, com debate relacionado à história do
feminismo, situação da violência contra a mulher e a desigualdade de
gênero, além de temas mais contemporâneos como a regulamentação da prostituição feminina como profissão.
Contará com a presença de Soraia Mello, mestre em História -UFSC,
pesquisadora de relações de gênero e feminismo no Brasil.
O programa vai ao ar todas as segundas-feiras, às 20hs, na rádio
comunitária Campeche. Para quem mora no bairro, sintonize 98,FM. Para quem mora fora, escute em www.radiocampeche.com.br
Um abraço e até lá!
Google: Horripilante e mau
Mar 2nd
Uma das referências para a busca de informações na internet hoje, o Google também tem sua política de manutenção de dados pessoais. Como o uso desta ferramenta é comum a quase todas as pessoas que utilizam a internet, inclusive aquelas que residem no sul da Ilha, acreditamos ser importante entrarmos em contato com esta discussão.
Do sítio www.riseup.net
Boletim de Fevereiro de 2010
Edição especial sobre Google
Edição especial sobre Google
Conteúdo:
* Google: horripilante e mau
* Como proteger sua privacidade na rede
Google: horripilante e mau
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O lema do Google “don’t be evil” (em português, “não seja mau”) tem sido
a chave para o sucesso da empresa. No ano 2000, Google era a única
ferramenta de busca que não privilegiava anunciantes nos seus
resultados, um fator significativo para seu rápido crescimento. Talvez o
novo lema do Google deveria ser “don’t be creepy” (ou “não seja
horripilante”). Recentemente, o diretor executivo Eric Schmidt disse que
o Google está “tentando não cruzar o que nós chamamos da linha do
horror” quando o assunto é a coleta de dados pessoais [1].
Entretanto, Eric Schmidt não perdeu tempo em cruzar a tal linha
horripilante quando, em dezembro, disse em uma entrevista que “se tem
alguma coisa que você não gostaria que os outros soubessem, talvez você
nem a deveria estar fazendo”. Em outras palavras, o cabeça da empresa
com a maior quantidade de dados de vigilância do mundo disse que se você
é inocente, não deveria ter nada a esconder. Como muitos devem ter
notado, a afirmação de Schmidt é hipócrita e perturbadora [2][3]. A sua
lógica é próxima da alegação totalitária de que se você quer liberdade
de expressão, é prudente não falar nada controverso ou comprometedor.
O comentário de Eric Schmidt é particularmente problemático à luz da
recente mudança de política do Google. Em março de 2009, Google reverteu
sua política de longa data contra o controle sobre o comportamento na
internet[4]. Agora, a empresa rastreia o comportamento de usuários da
internet a fim de mostrar-lhes anúncios mais focados nos seus
interesses. Em fevereiro de 2010, o jornal estado-unidense Washington
Post revelou que o Google mais uma vez reverteu sua antiga política ao
celebrar uma parceria de compartilhamento de informações com o NSA (o
órgão de espionagem eletrônica super secreto do governo estado-unidense)
visando o combate de “ciber-ataques” [5].
Em ambos os casos, nos é dito para que não nos preocupemos porque o
Google irá apenas compartilhar dados que foram “anonimizados” (isto é,
informações pessoais identificáveis são removidas). Mas há razões de
sobra para nos alarmarmos. Pesquisas recentes tem mostrado como sítios
de relacionamento e redes sociais vazam grande quantidade de informações
pessoais para os seus anunciantes [6] e como é excepcionalmente difícil
criar uma lista de dados que não possa ser “des-anonimizada” [7][8][9].
Na verdade, o departamento de defesa dos Estados Unidos tem uma nova
iniciativa baseada exatamente neste princípio [10]. Chamada de “DNA
digital”, o objetivo é desenvolver um banco de dados digital semelhante
ao banco de dados de DNA mantido por muitos governos do mundo. Mais
precisamente, o objetivo é identificar indivíduos particulares a partir
de dados tidos como “anonimizados” – através dos vestígios digitais que
acabamos deixando toda vez que usamos o computador.
Afora isso tudo, o Google continua assegurando a seus usuários que não
há nada com o que se preocupar. Afinal, se você tem tempo sobrando, pode
usar o painel de controle do Google (Google Dashboard) para ajustar um
complexo conjunto de configurações de privacidade e auto-proteção. O
problema é que o painel de controle do Google se aplica apenas para
dados diretamente ligados a uma conta Google e ignora todas as outras
maneiras indiretas pelas quais o Google recolhe seus dados, que são
facilmente des-anonimizáveis. Por exemplo, ele não te permite remover os
dados de localização que o Google rastreia toda vez que você envia uma
mensagem para um endereço Gmail.
Google quer nossa confiança. Nos pedem para darmos fé ao mágico por trás
da cortina que controla o maior acervo de dados que o mundo já conheceu.
O novo lema do Google é claro: “não seja tão mau que o povo pode começar
a perceber”. E nós estamos começando a perceber.
Como proteger sua privacidade na rede
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Trabalhar nesta questão é realmente um problema social, e não
individual. Pedir para pessoas gastarem seu tempo praticando
“privacidade sanitária” é tanto anti-prático como politicamente
duvidoso. Para criar privacidade online, na nossa opinião, deve-se
pensar coletivamente através do apoio a alternativas ao Google, como o
próprio Riseup.
Além disso, há alguns procedimentos recomendáveis que são medidas no
estilo “instale e esqueça” que não demandam manutenção chata e contínua.
Se você usa o Firefox, o navegador de internet que recomendamos
(http://help.riseup.net/mail/#use_firefox), você pode instalar vários
complementos ou extras (add-ons) para usar enquanto navega. Como o
Firefox é um software livre, membros da comunidade tem desenvolvido
softwares para adicionar novas funções, e qualquer pessoa pode baixar e
usar estes complementos (para maiores informações sobre os complementos
do Firefox, veja https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/pages/faq).
Você pode procurar complementos no https://addons.mozilla.org/
(português brasileiro: https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/,
português europeu:
https://addons.mozilla.org/pt-PT/firefox/?from=%2Fpt-BR%2Ffirefox%2F);
quando encontrar o complemento que procura, basta clicar em “Adicionar
ao Firefox” para instalar. Você pode visualizar todos os complementos
que instalou na barra de ferramentas do Firefox.
Listamos abaixo alguns complementos do Firefox que recomendamos:
* GoogleSharing (https://we.riseup.net/help/googlesharing)
* Targeted Advertising Cookie Opt-Out (TACO) (http://taco.dubfire.net/)
* Adblock Plus (http://adblockplus.org/en/)
Você também pode realizar pesquisas de busca na internet usando:
https://ssl.scroogle.org/
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[1] Artigo em inglês: “Google trying not to cross ‘the creepy line’”
(Google tentando não atravessar a “linha do horror”)
http://news.cnet.com/8301-30684_3-10392435-265.html
[2] Artigo em inglês: “Google CEO Eric Schmidt Dismisses the Importance
of Privacy” (Eric Schmidt, diretor executivo do Google, desconsidera a
importância da privacidade)
http://www.eff.org/deeplinks/2009/12/Google-ceo-eric-schmidt-dismisses-privacy
[3 ] Artigo em inglês: “My Reaction to Eric Schmidt” (Minha reação a
Eric Scmidt)
http://www.schneier.com/blog/archives/2009/12/my_reaction_to.html
[4] Artigo em inglês: “Privacy Groups Rip Google’s Targeted Advertising
Plan” (Plano de propaganda dirigida do Google é criticado por grupos de
defesa da privacidade)
http://www.pcworld.com/businesscenter/article/161086/privacy_groups_rip_googles_targeted_advertising_plan.html
[5] Artigo em inglês: “Google to enlist NSA to help it ward off
cyberattacks” (Google ajudará NSA a combater ciber-ataques)
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/02/03/AR2010020304057.html
[6] Artigo em inglês: “Social networks make it easy for 3rd parties to
identify you” (Redes sociais facilitam a identificação pessoal por
terceiros)
http://arstechnica.com/security/news/2009/09/which-user-clicked-on-viagra-ads-ask-myspace-and-facebook.ars
[7] Artigo em inglês: Mielikäinen, Taneli. 2004 “Privacy Problems with
Anonymized Transaction Databases” (Problemas de privacidade nas
transações de bancos de dados anonimizados).
http://www.springerlink.com/content/rukljup9muhtrpcu/
[8] Artigo em inglês: Shmatikov, Vitaly and Arvind Narayanan. 2008.
“Robust De-anonymization of Large Sparse Datasets (How To Break
Anonymity of the Netflix Prize Dataset)” (Des-anonimização robusta em
bancos de dados esparsos (Como quebrar o anonimato do banco de dados de
Netflix Prize)). http://www.cs.utexas.edu/~shmat/shmat_oak08netflix.pdf
[9] Artigo em inglês: Shmatikov, Vitaly and Arvind Narayanan. 2009.
“De-Anonymizing Social Networks” (Des-anonimizando redes sociais
virtuais). www.cs.utexas.edu/~shmat/shmat_oak09.pdf
[10] Artigo em inglês: Digital Pentágono procura por ‘DNA para
identificar Hackers
http://www.wired.com/dangerroom/2010/01/pentagon-searches-for-digital-dna-to-identify-hackers/
Novo site da Rádio Campeche no Ar!!!
Nov 11th
Olá amigos da Rádio Comunitária Campeche, é com alegria que lançamos o novo site da rádio.
Aqui você vai encontrar muita informação, notícias da comunidade, da rádio, o que acontece nos programas, os eventos e muita mais. O site será atualizado permanentemente, com a participação de todos os programadores, e esta integrado com nossa galeria de fotos e com o twitter, tudo para que você possa estar sempre mais próximo da rádio.
Entre em contato, dê sugestões, elogie, critique, mande seu recado! Afinal a rádio é comunitária e você faz parte dela.
Você pode ouvir a rádio também pela internet, basta clicar aqui!!!
Abraços e aproveite.







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