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	<title> &#187; Notícias</title>
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		<title>Conte-me o Filme</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 17:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[por Sérgio Aspar No sábado, 28 de janeiro, foi lançado o DVD da oficina de cinema ministrada pela Sofia Mafalda através do Funcine e patrocinado pela Fundação Franklin Cascaes.  Após seis meses aulas semanais e muitas vicissitudes, foi concluído o curta &#8220;Conte-me o filme, making on&#8220;. Numa noite de temperatura amena, sem vento, o Getúlio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">por Sérgio Aspar</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">No sábado, 28 de janeiro, foi lançado o DVD da oficina de cinema ministrada pela Sofia Mafalda através do Funcine e patrocinado pela Fundação Franklin Cascaes.  Após seis meses aulas semanais e muitas vicissitudes, foi concluído o curta &#8220;<span style="color: #ff0000;">Conte-me o filme, </span><span style="color: #ff0000;">making on</span>&#8220;. Numa noite de temperatura amena, sem vento, o Getúlio abriu as portas do seu Rancho de Pescadores na beira da  praia do Campeche para o evento. Compareceram a maioria dos atores e diretores que após a apresentação dialogaram com o público. No local, funciona o Cine Club Dona Chica.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Veja as fotos:</p>
<p><a href='http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/conte-me-o-filme-2/013-1-edit/' title='013 1 edit'><img width="150" height="150" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/02/013-1-edit-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="013 1 edit" title="013 1 edit" /></a><br />
<a href='http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/conte-me-o-filme-2/019-1-edit/' title='019 1 edit'><img width="150" height="150" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/02/019-1-edit-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="019 1 edit" title="019 1 edit" /></a><br />
<a href='http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/conte-me-o-filme-2/023-1-edit/' title='023 1 edit'><img width="150" height="150" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/02/023-1-edit-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="023 1 edit" title="023 1 edit" /></a><br />
<a href='http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/conte-me-o-filme-2/010-1-edit/' title='010 1 edit'><img width="150" height="150" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/02/010-1-edit-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="010 1 edit" title="010 1 edit" /></a></p>
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		<title>Eleições AMOCAM</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 14:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Escute aqui: Atenção moradores do Campeche! No próximo sábado (dia 17) ocorre a eleição para a nova diretoria da AMOCAM (Associação dos Moradores do Campeche). A votação será feita na sede da Rádio Comunitária Campeche, das 10h às 11h.  É obrigatório [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/AMOCAM.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2039" title="AMOCAM" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/AMOCAM.jpg" alt="" width="265" height="353" /></a></p>
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<p>Escute aqui: </p>
<p><strong>Atenção moradores do Campeche!</strong></p>
<p><strong>No próximo sábado (dia 17) ocorre a eleição para a nova diretoria da AMOCAM (Associação dos Moradores do Campeche).</strong></p>
<p><strong>A votação será feita na sede da Rádio Comunitária Campeche, das 10h às 11h.</strong></p>
<p><strong> É obrigatório levar Carteira de Identidade e Título de Eleitor. O eleitor deve estar há mais de 2 anos morando e votar na zona eleitoral do Campeche.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sem adeus, Mosquito&#8230; Tu vives</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 17:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Elaine Tavares &#8211; jornalista &#160; Ali estávamos os dois, frente a frente. Eu, arrasada. Ele, abatido, no caixão. Lembrei-me de uma de nossas últimas conversas quando ele dizia, naquele jeito atabalhoado e gritão: “a solidão é foda, Elaine Tavares”. E ele falava da solidão que a pessoa fica quando se decide a andar na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;"><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mosquito.jpg"><img class="size-full wp-image-2024" title="mosquito" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mosquito.jpg" alt="" width="245" height="184" /></a></div>
<div style="text-align: right;">Por Elaine Tavares &#8211; jornalista</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ali estávamos os dois, frente a frente. Eu, arrasada. Ele, abatido, no caixão. Lembrei-me de uma de nossas últimas conversas quando ele dizia, naquele jeito atabalhoado e gritão: “a solidão é foda, Elaine Tavares”. E ele falava da solidão que a pessoa fica quando se decide a andar na contramão. Quando tudo aponta para que a criatura aceite as coisas, não esbraveje, não enxergue, não reivindique, não se indigne – e ela insiste em não fazer parte do cordão dos escravos de Jó. Aí ela fica sozinha. A pessoa assume o status de “leproso social”. Era como ele se sentia. “Abandonam a gente”. Alguma coisa assim como a imagem dada por um poeta, do qual não lembro o nome: numa terra de fugitivos, quem fica é que parece estar fugindo.<span id="more-2023"></span></p>
<p>Amilton Alexandre, o Mosquito era assim. Ele podia ter fugido para o mundo farto dos que se rendem ao sistema. Mas não, ele preferiu ficar do lado das gentes, do lado da cidade, das maiorias. Pagou alto preço por isso. E era uma dessas pessoas que não passam incólumes. Espalhafatoso, agitado, resmungão, inconveniente, excessivo. Tudo isso, é certo! Mas também era meigo, generoso, brincalhão, quase um menino, como lembrou hoje a Raquel Wandelli. Nietszche o descreve. “O super-homem é criança”. Assim, o Mosquito.</p>
<p>A primeira vez que o vi, não gostei dele. Era carnaval e ele comandava a folia no seu mítico bar, o Havana, reduto da cultura e da política no Desterro. Falava aos berros, xingava, esculhambava todo mundo. Eu, outra insuportável, torci o nariz. Mas, minha amiga Rose Laurindo, que é a generosidade em pessoa me dizia: “Ele é gente boa”. Fui acreditando. O tempo passou e comecei a gostar daquele homem amalucado que sonhava com uma cidade cheia de cultura, de coisas boas, de gente de bem. Com o fim do bar, o Mosquito sumiu. Mas, vez ou outra, quando acontecia alguma coisa muito escabrosa na cidade ele ligava, ou gritava da janela de um ônibus: “Elaine Tavares, tem que falar sobre isso, sobre aquilo”. Muitas das minhas pautas nasceram daquele olhar insistente que ele lançava sobre a vida da cidade. Era um repórter, dos bons.</p>
<p>E essa era outra de suas broncas. Ele se acreditava jornalista e queria o registro. Tivemos algumas conversas sobre isso, já que eu defendia o diploma. Tentava mostrar para ele que a questão do fim da exigência do diploma era coisa dos patrões, para explorar mais e melhor os trabalhadores, mas ele não se conformava. E mandava todos os sindicalistas “tomar no c” &#8230; A gente ria.  E eu o confirmava, dizendo que ele era mais jornalista do que uma multidão de formados. Ele ficava feliz. Gostava de ser elogiado.</p>
<p>Então, com o advento da tecnologia, a internet, o blog, ele pode dar vazão àquilo tudo que só esbravejava pelas ruas, nos bares, no mercado. E o seu blog “Tijoladas do Mosquito” passou a pautar a vida e a política da cidade e do estado.  Mosquito matava a cobra e mostrava o pau. Dizia as denúncias com todas as letras. “Ele era muito excessivo”, dizem alguns. Excessivo? Excessivos são os filhos de uma aberração que destroem a cidade, o estado, a natureza, as gentes. Excessivos são os empresários corruptos, os devastadores de praias, os que usam da justiça para proteger os ricos, os políticos ladrões. Esses são os “excessivos”, e Mosquito os nomeava, com nome, sobrenome e CPF, acompanhado de um monte de outros adjetivos de baixo calão. Tão baixo quanto os crimes que as figuras cometem. Ainda que freqüentem os salões.</p>
<p>Mosquito amava a cidade. Cuidava dela como uma mãe extremada vigia seus filhotes. Era comum encontrá-lo pelo terminal urbano, tarde da noite, com seu computador levantado, mostrando alguma barbaridade. Ou então pelas ruas da cidade, registrando as falcatruas e os abusos. Ele era o vigia da beleza, do bem viver. Queria que a cidade fosse para todos e não só para alguns e não poupava os vilões e os vendilhões.  Por isso, acumulou processos. Dizia o que nenhum jornalista diplomado jamais disse. Mostrava os documentos, provava.</p>
<p>Nas últimas semanas estava arrasado. Sem trabalho, sem dinheiro, sem o respeito dos seus colegas, ele se debatia em meio a uma série de ameaças de morte e de prisão. Não aceitava ser condenado numa ação do Marcondes de Mattos, por exemplo, que destruiu o Santinho para colocar lá um hotel cinco estrelas para usufruto só dos ricos. Na sua ingênua bondade, ele acreditava que a justiça não iria lhe dar esse golpe. Mas ela deu. Porque a justiça está quase sempre com os poderosos. Queria um emprego, o Mosquito. Mas não encontrava quem desse. Ele era um incômodo.  Da sua boca poderia sair a vociferação contra qualquer um, desde que esse um fizesse alguma merda contra a cidade, contra as gentes.</p>
<p>Hoje, ali, na pequena capela, os amigos foram chegando. E das suas bocas saíram as palavras mais belas. “Guerreiro, lutador, generoso, criança, defensor da cidade, apaixonado por Florianópolis, carinhoso, amigo, implacável contra a injustiça”. Cada uma delas foi tecendo a fala do Padre Vilson, que montou um mosaico dessa criatura cheia de contradições, mas igualmente repleta de maravilhas. Um ser humano, de sombra e luz! E, inacreditavelmente, Mosquito permanecia quieto. Fiquei a imaginar se numa outra dimensão ele não estaria aos gritos, vociferando.</p>
<p>Mosquito foi embora numa tarde temporal. A velha Desterro se derretia em água e relâmpagos. Foi a “hora noa” (hora da agonia) do guerreiro jornalista. Não sabemos ainda se alguém o matou.  Pode ser que ele tenha se desencantado tanto com as ações, as ameaças de morte, de prisão, o fim do blog, a falta de perspectiva de futuro e tenha decidido partir. Se foi assim, certamente seu gesto foi a definitiva banana para os seus inimigos. Ninguém iria se deliciar sobre seu despojo.  O grande urso, o menino indignado, o valente boca-suja deixa a vida. Mas a vida não o deixará. Amilton Alexandre, o Mosquito, é história! Não só por ter vivido a novembrada, pelo Havana Bar, pelos seus gritos de aviso, mas pelo seu amor incondicional pela cidade, pela cultura, pela justiça. E, enquanto o corpo que o abrigava baixa ao chão eu já o imagino, vivo, articulando junto a São Pedro, alguma confusão no céu&#8230; Quem sabe um bar?&#8230; Ou um cinema? Talvez um carnaval&#8230;</p>
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		<title>Filas no Sul da Ilha</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2011/11/filas-no-sul-da-ilha/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 13:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rubens</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Campeche]]></category>
		<category><![CDATA[Sul da Ilha]]></category>

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		<description><![CDATA[Foto: Rubens Lopes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A caminho do centro&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1975" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/11/P1190088-300x225.jpg" alt="Filas no Sul da Ilha" width="300" height="225" /></p>
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		<title>1o de Maio no Campeche</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2011/04/1o-de-maio-no-campeche/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 20:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[1º de maio será marcado por uma missa e inauguração da estátua de pescador na Praia do Campeche No dia 01 de maio de 2011, dia em que o trabalhador é homenageado, a Associação dos Pescadores Artesanais do Campeche organiza evento que contará com  apresentação musical dos alunos do Projeto Musica no Rancho da Canoa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-1653" style="border: 0pt none; margin: 4px;" title="1MISSA TAINHA CAMPECHE 01052005.JPG" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/04/1MISSA-TAINHA-CAMPECHE-01052005.JPG-300x199.jpg" alt="1MISSA TAINHA CAMPECHE 01052005.JPG" width="180" height="119" />1º de maio será marcado por uma missa e inauguração da estátua de pescador na Praia do Campeche</strong></p>
<p>No  dia 01 de maio de 2011, dia em que o trabalhador é homenageado, a  Associação dos Pescadores Artesanais do Campeche organiza evento que  contará com  apresentação musical dos alunos do Projeto Musica no Rancho  da Canoa. seguida com procissão e missa campal, que há seis anos  abençoa a pesca da tainha.</p>
<p>Nesta  manhã além da tradicional missa, a Prefeitura de Florianópolis  inaugurará a 1ª. Estátua do Pescador Artesanal de Beira de Praia, que  estará representada pelo pescador Deca, amigo do aviador Saint Exuperry,  popularmente conhecido como Zé Perry. Após a inauguração, haverá  apresentação de Boi de Mamão e o lançamento do Cineclube Dona Chica, que  inicia suas exibições após a safra da tainha.</p>
<p>Esta  iniciativa partiu do pescador Getúlio Manoel Inácio, responsável pela  fundação da Associação de Pesca Artesanal do Campeche, filho do seu Deca  e um dos maiores incentivadores na defesa da cultura da pesca  artesanal. Seu Getúlio é proprietário do Rancho da Canoa, local que hoje  congrega grande parte dos pescadores e difunde a cultura açoriana.</p>
<p><strong>O quê</strong>: 6ª Missa de abertura da Pesca Tainha e Inauguração da 1ª Estátua do Pescador artesanal de beira de praia.</p>
<p><strong>Quando</strong>: Domingo, dia 01, às 8:30h.<br />
<strong>Onde</strong>: Final da Avenida Pequeno Príncipe, no rancho de pesca do Senhor Getúlio.<br />
<strong>Quanto</strong>: gratuito.</p>
<p><strong> Cronograma do Evento:</strong><br />
- 8:30h – Café-da-manhã acompanhada de apresentação musical dos alunos do Projeto Musica no Rancho da Canoa<br />
- 10h: Procissão seguida com a 6ª Missa de abertura da pesca da Tainha e apresentação da Banda Amor a Arte.<br />
- 11:30 h – Inauguração da 1º Estátua do Pescador Artesanal de beira de praia<br />
- 12h – Apresentação do Boi-de-mamão.</p>
<p><strong>Maiores informações: Seu Getúlio F: 9124.6978, Luís F: 9123.8851</strong></p>
<p><strong>Foto da missa:  Luis Henrique Prates</strong></p>
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		<title>Governo quer 85% das cidades com rádio comunitária</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2011/03/governo-quer-85-das-cidades-com-radio-comunitaria/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 21:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[por SOFIA FERNANDES DE BRASÍLIA O governo federal lançou nesta quinta-feira o Plano Nacional de Outorgas para Radiodifusão Comunitária, que tem objetivo de preencher rincões do país sem o serviço. A meta é que 85% das cidades do país, por região, tenham pelo menos uma rádio comunitária ainda este ano. Serão feitos 11 avisos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">por <strong>SOFIA FERNANDES</strong><br />
DE BRASÍLIA</p>
<p><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/03/radiocomunitaria.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1579" title="radiocomunitaria" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/03/radiocomunitaria-300x251.jpg" alt="radiocomunitaria" width="240" height="201" /></a>O governo federal lançou nesta quinta-feira o Plano Nacional de Outorgas  para Radiodifusão Comunitária, que tem objetivo de preencher rincões do  país sem o serviço.</p>
<p>A meta é que 85% das cidades do país, por região, tenham pelo menos uma  rádio comunitária ainda este ano. Serão feitos 11 avisos de licitação  para 431 cidades. Hoje, cerca de 64% dos municípios têm rádio  comunitária.</p>
<p>O governo vai dar prioridade para cidades onde entidades já manifestaram  interesse em ter o serviço, cidades mais populosas, entre outros  critérios.</p>
<p>Segundo o ministro Paulo Bernardo (Comunicações), o governo vai fazer um  plano de fiscalização dessas rádios, para evitar o uso político,  empresarial ou religioso dessas rádios.</p>
<p>A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), dentro do convênio que  será assinado em breve, ficará a cargo da fiscalização, atribuição que  atualmente é do ministério.</p>
<p>O ministro afirmou que há intenção do governo em fazer uma revisão da  norma para radiodifusão comunitária. Aumentar a potência dessas  emissoras seria uma das medidas futuras.</p>
<p>Para o atual plano, o governo se comprometeu a dar assistência técnica  para as emissoras comunitárias, que são proibidas de veicular comerciais  e não devem ter lucro. Hoje o país tem 4.200 rádios comunitárias.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/890050-governo-quer-85-das-cidades-com-radio-comunitaria.shtml" target="_blank">http://www1.folha.uol.com.br/poder/890050-governo-quer-85-das-cidades-com-radio-comunitaria.shtml</a></p>
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		<item>
		<title>Notícias do Núcleo Piratininga 1</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2011/03/noticias-do-nucleo-piratininga-1/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 12:26:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sig</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiocampeche.com.br/?p=1570</guid>
		<description><![CDATA[Parlamentares propõem Frente pela Liberdade de Expressão e pelo Direito à Comunicação O deputado Emiliano José (PT-BA) e a deputada Luiza Erundina (PSB- SP) estão articulando uma Frente Parlamentar para discutir um novo marco regulatório para o setor de comunicação no País. A democratização da comunicação, a liberdade de expressão e o fim do monopólio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Parlamentares propõem Frente pela Liberdade de Expressão e pelo Direito à Comunicação</strong></p>
<p>O deputado Emiliano José (PT-BA) e a deputada Luiza Erundina (PSB- SP) estão articulando uma Frente Parlamentar para discutir um novo marco regulatório para o setor de comunicação no País. A democratização da comunicação, a liberdade de expressão e o fim do monopólio dos meios serão os principais temas a serem debatidos. O Manifesto da Frente destaca dois obstáculos a essas propostas: o primeiro se refere às ações de órgãos públicos e de entes privados que limitam e até impedem o exercício dessa liberdade pelos seus beneficiários. Já o segundo obstáculo é a ausência de regulação e políticas públicas que promovam e garantam o direito à comunicação. Frente a este quadro, o texto propõe a defesa e a regulamentação de artigos constitucionais relativos ao tema; a defesa do acesso à banda larga e da participação popular no acompanhamento e regulação do sistema de comunicações; dentre outras ações.<br />
Confira em <a href="http://piratininga1.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C206947%7C54288%7C207012&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.piratininga.org.br%2Fnovapagina%2Fleitura.asp%3Fid_noticia%3D8128%26topico%3DM%25EDdia">nossa página</a> o texto de apresentação da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular.<br />
<em><br />
</em></p>
<p><strong>Várias entidades assinam manifesto em defesa da banda larga</strong></p>
<p>Várias entidades assinaram o Manifesto em Defesa da Banda Larga. O documento foi lançado no sábado, 26 de fevereiro, após o evento Internet: Acesso Universal e Liberdade da Rede, promovido pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, em São Paulo. Dentre as propostas estão a efetiva participação da sociedade no processo de inclusão digital; a prestação da banda larga sob regime público; dentre outros pontos.</p>
<p><a href="http://piratininga1.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C206946%7C54288%7C207012&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.piratininga.org.br%2Fnovapagina%2Fleitura.asp%3Fid_noticia%3D8093%26topico%3D%DAltimas%2520Not%EDcias" target="_blank">Confira o manifesto.</a></p>
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		<title>AGECON de Cara Nova!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 22:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O domingo 20/02/11, ficará registrado na história da Agência Contestado de Notícias Populares – AGECON, pois marca o início da segunda etapa do fazer comunicacional, desse veículo de comunicação que tem como lema: “Comunicação a serviço dos Trabalhadores e Trabalhadoras”. A primeira etapa se estendeu de 13 de abril de 2008, até a AGECON completar 60.000 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">O domingo 20/02/11, ficará registrado na história da Agência Contestado de Notícias Populares – AGECON, pois marca o início da segunda etapa do fazer comunicacional, desse veículo de comunicação que tem como lema: “Comunicação a serviço dos Trabalhadores e Trabalhadoras”.</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;"><br />
</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;"> </span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">A primeira etapa se estendeu de 13 de abril de 2008, até a AGECON completar <strong>60.000 acessos</strong>, registrados no ultimo sábado (19/02). Segundo João Leandro responsável pela parte técnica da AGECON “A primeira etapa, serviu como um grande aprendizado, e agora que a AGECON está próxima de completar 03 anos de atividades, precisamos ampliar a qualidade do que estamos fazendo, por isso realizamos a renovação de nossa página”.<br />
</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/02/logos-agecon-3-anos.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1516" title="logos agecon 3 anos" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/02/logos-agecon-3-anos.jpg" alt="logos agecon 3 anos" width="207" height="184" /></a></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;">Os novos recursos no Portal da AGECON buscam facilitar o acesso a notícia. A página conta agora com recursos de vídeo, e também com conexão as redes sociais como o Twiiter.<span> </span>O espaço “Poesia em Luta” é uma dessas inovações na maneira didática de debater idéias, pensamentos, notícias. A cara nova da AGECON, no entanto, não substitui os velhos desejos de transformação e mudanças necessárias para tornar a sociedade justa, humana, fraterna, solidária e igualitária.</p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;"> </span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">Aproveite e confira as novidades do novo Portal da AGECON, acesse: </span><a style="color: #0000cc;" rel="nofollow" href="http://www.agecon.org.br/" target="_blank"><span style="font-size: 10pt;"><span style="color: #800080;">www.agecon.org.br</span></span></a><span style="font-size: 10pt;"> entre no mural de recados, deixe seu comentário, sugestão ou crítica. Este espaço de comunicação está a serviço da classe trabalhadora.</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;">
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;"><br />
</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;"> </span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: right;"><span style="font-size: 10pt;">Fonte: AGECON</span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">Contatos: <a style="color: #0000cc;" rel="nofollow" href="http://br.mc311.mail.yahoo.com/mc/compose?to=agecon@agecon.org.br" target="_blank">agecon@agecon.org.br</a> </span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><span> </span></span></span></p>
<p style="margin-top: 0cm; margin-right: 0.9pt; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;">Visite: </span><a style="color: #0000cc;" rel="nofollow" href="http://www.agecon.org.br/" target="_blank"><span style="font-size: 10pt;"><span style="color: #800080;">www.agecon.org.br</span></span></a><span style="font-size: 10pt;"> </span></p>
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		<title>A natureza não é coisa</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 00:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Elaine Tavares  - jornalista O povo do sul da ilha de Santa Catarina lutou bravamente para defender seu modo de vida, contra a proposta das mega-empresas de fazer da nossa casa um lugar de baladas e eventos gigantes. Perdemos a batalha, mas isso não significa que a luta esteja acabada. Por aqui pelas terras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Elaine Tavares  - jornalista</p>
<p>O povo do sul da ilha de Santa Catarina lutou bravamente para defender seu modo de vida, contra a proposta das mega-empresas de fazer da nossa casa um lugar de baladas e eventos gigantes. Perdemos a batalha, mas isso não significa que a luta esteja acabada. Por aqui pelas terras do sul, há décadas que as pessoas lutam, na tentativa de não deixar a comunidade sucumbir diante do jogo especulativo do capital, que tudo o que toca transforma em mercadoria. Temos bem diante dos olhos o triste exemplo do norte da ilha, onde a praia e a vegetação são apenas moldura para um estilo de turismo que não dá a menor importância para o ambiente.</p>
<p>O turismo milionário de lugares como Jurerê, Canasvieiras, Ingleses e até Balneário Camboriu, está pouco se lixando para o meio ambiente. As pessoas estão ali como poderiam estar em algum lugar em Paris, Nova Iorque, Istambul, São Paulo. O que vale ter é gente bonita, sarada, feita em mesa de cirurgia ou academia, muito champanhe e algum “estimulante” da hora. Em Florianópolis há um programa de televisão apresentado por um garoto chamado Leo Coelho que mostra muito bem isso. Ele só entrevista gente rica, destas que vem para a ilha em busca de lugares VIP como o costão do Santinho ou algum “lounge” no Jurerê. O que se ouve, nas entrevistas, é um festival de bobagem de gente que não tem compromisso algum com os lugares onde estão. Eles são os gafanhotos, aqueles que chegam e devastam. Pouco se lhes dá se o complexo do Santinho impede a comunidade de visitar a praia, não querem saber se regiões inteiras foram destruídas para que pudessem se recostar em voluptuosos sofás à beira de piscinas gigantes, tendo como fundo o mar. A imensidão azul é só cenário. Não desfrutam a praia, não se importam. Mergulham no vinho e no espumante. Esse é seu mundo. Querem o melhor salmão e não querem saber se para que ele chegue às suas mesas é necessário que um homem do mar tenha de enfrentar a fúria das ondas e toda a sorte de infortúnios causados pela poluição que empurra o peixe cada vez mais para longe.</p>
<p><span id="more-1397"></span><br />
As comunidades do sul da ilha não vêem a natureza como uma moldura bonita para suas vidas de plástico. Não. A natureza faz parte do modo de vida. A relação dos homens e mulheres com o mar, as dunas e a restinga, é de simbiose, harmonia, respeito. Cada nódoa no oceano, cada mancha na areia, cada árvore caída é vista com cuidado, investigada, tratada, porque boa parte das pessoas que vivem no sul sabe que suas vidas dependem da qualidade do ambiente. Não distinguem nem separam natureza  x  humanos. Tudo é uno. Daí que no Campeche, no Pântano, na Solidão, na Armação, e em outras comunidades do sul – e mesmo do norte &#8211;  há gente que faz do lugar sua morada, seu espaço de vivência. A paisagem, então, não é coisa passageira, moldura de festa ou de lazer. A paisagem é permanente, parte da vida, é coisa viva, cheia de sacralidade. Para as pessoas que desde há décadas vem travando lutas pela qualidade vida no sul da ilha, esse papo de ecologia não é grife, nem moda, é coisa visceral, é a vida mesma, porque não há meio-ambiente, há ambiente inteiro com pessoas, bichos e plantas, tudo integrado.</p>
<p>E é porque as gentes pensam como pensam que estão em luta por um Plano Diretor que leve em conta esse jeito de encarar a vida. Querem comunidades planejadas, de casas baixas, vizinhos que se conhecem, com saneamento comunitário, água limpa, bichos circulando pelos caminhos, passarinhos cantando, água do mar clarinha, areia branca, ruas de pedra, procissão, barqueata, festa do divino, quermesse, banda de música passando pelas ruas, bicho de pé, bananeiras no quintal. Por que é tão difícil respeitar isso?   Por que os serviçais dos milionários insistem em tentar ridicularizar esse modo de vida? Afinal, são estas pessoas que eles chamam de eco-chatos, odaras e que tais, que mantêm este espaço geográfico ainda capaz de se prestar ao turismo. Porque se as praias deixarem de existir tampouco poderá sobreviver a idéia de que aqui é um paraíso.</p>
<p>A natureza não é coisa, não é produto nem mercadoria. Ela está viva e atenta. Se destruírem as dunas, a vegetação, a restinga, o mar há de avançar, comendo as casas, os hotéis, os “lounges”, mesmo os mais finos, porque não há dinheiro que compre a fúria do oceano. “Tudo que se faz à terra, se faz também aos filhos da terra”, diz a longínqua e sábia fala indígena. O povo do sul quer viver em harmonia e vai lutar por isso, a despeito de todos os vilões da mídia, das mega-empresas e da municipalidade. Inclusive, a despeito dos vilões mais próximos, que vivem no mesmo espaço, mas que já foram tocados pela sedução do capitalismo.</p>
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		<title>o que queremos para o campeche</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 20:23:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Plano-Diretor]]></category>

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		<description><![CDATA[Na polemica do show do Ben Harper que será no dia 5 no pequeno Point do Riozinho na praia do Campeche, o Vice prefeito esteve na reuniao comunitária e nos informou que vai ter outro show igual a este no Norte da Ilha, por causa da polemica e das pessoas que ficaram sem poder ir. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Na polemica do show do Ben Harper que será no dia 5 no pequeno Point do Riozinho na praia do Campeche, o Vice prefeito esteve na reuniao comunitária e nos informou que vai ter outro show igual a este no Norte da Ilha, por causa da polemica e das pessoas que ficaram sem poder ir.</em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HjI3EYU73T0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/HjI3EYU73T0"></embed></object></p>
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