<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title> &#187; aline</title>
	<atom:link href="http://www.radiocampeche.com.br/author/aline/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.radiocampeche.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Feb 2012 17:25:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Cine Dona Chica.: Festival do Juri Popular.: Campeche</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/cine-dona-chica-festival-do-juri-popular-campeche/</link>
		<comments>http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/cine-dona-chica-festival-do-juri-popular-campeche/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 17:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiocampeche.com.br/?p=2115</guid>
		<description><![CDATA[O Festival do Júri Popular é um festival competitivo de curtas- metragens, sem júri oficial, onde o público vota em todas as categorias. Pela primeira vez no Centro Cultural Banco do Brasil, o evento acontece simultaneamente em 20 cidades espalhadas pelas 5 regiões do país exibindo o melhor do panorama de curtas brasileiros do último [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>O Festival do Júri Popular é um festival competitivo de curtas-</em><br />
<em>metragens, sem júri oficial, onde o público vota em todas as categorias. Pela primeira vez no Centro Cultural Banco do Brasil, o evento acontece simultaneamente em 20 cidades espalhadas pelas 5 regiões do país exibindo o melhor do panorama de curtas brasileiros do último ano. O objetivo é valorizar e difundir nacionalmente as produções tornando-as acessíveis a diferentes públicos e incentivando uma discussão estética ao possibilitar a expressão e integração de opiniões das mais diversas plateias, além de fomentar sua postura ativa e reflexiva em relação ao audiovisual.</em></p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Convite-Cineclube-Dona-Chica-juri-popular.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2116" title="Convite-Cineclube-Dona-Chica---juri-popular" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Convite-Cineclube-Dona-Chica-juri-popular.jpg" alt="" width="444" height="552" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/cine-dona-chica-festival-do-juri-popular-campeche/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conte-me o Filme</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/conte-me-o-filme-2/</link>
		<comments>http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/conte-me-o-filme-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 17:11:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiocampeche.com.br/?p=2107</guid>
		<description><![CDATA[por Sérgio Aspar No sábado, 28 de janeiro, foi lançado o DVD da oficina de cinema ministrada pela Sofia Mafalda através do Funcine e patrocinado pela Fundação Franklin Cascaes.  Após seis meses aulas semanais e muitas vicissitudes, foi concluído o curta &#8220;Conte-me o filme, making on&#8220;. Numa noite de temperatura amena, sem vento, o Getúlio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">por Sérgio Aspar</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">No sábado, 28 de janeiro, foi lançado o DVD da oficina de cinema ministrada pela Sofia Mafalda através do Funcine e patrocinado pela Fundação Franklin Cascaes.  Após seis meses aulas semanais e muitas vicissitudes, foi concluído o curta &#8220;<span style="color: #ff0000;">Conte-me o filme, </span><span style="color: #ff0000;">making on</span>&#8220;. Numa noite de temperatura amena, sem vento, o Getúlio abriu as portas do seu Rancho de Pescadores na beira da  praia do Campeche para o evento. Compareceram a maioria dos atores e diretores que após a apresentação dialogaram com o público. No local, funciona o Cine Club Dona Chica.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">Veja as fotos:</p>
<p><a href='http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/conte-me-o-filme-2/019-1-edit/' title='019 1 edit'><img width="150" height="150" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/02/019-1-edit-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="019 1 edit" title="019 1 edit" /></a><br />
<a href='http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/conte-me-o-filme-2/013-1-edit/' title='013 1 edit'><img width="150" height="150" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/02/013-1-edit-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="013 1 edit" title="013 1 edit" /></a><br />
<a href='http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/conte-me-o-filme-2/010-1-edit/' title='010 1 edit'><img width="150" height="150" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/02/010-1-edit-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="010 1 edit" title="010 1 edit" /></a><br />
<a href='http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/conte-me-o-filme-2/023-1-edit/' title='023 1 edit'><img width="150" height="150" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/02/023-1-edit-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="023 1 edit" title="023 1 edit" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiocampeche.com.br/2012/02/conte-me-o-filme-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Televisão: fábrica de mais-valia ideológica</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2012/01/televisao-fabrica-de-mais-valia-ideologica/</link>
		<comments>http://www.radiocampeche.com.br/2012/01/televisao-fabrica-de-mais-valia-ideologica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiocampeche.com.br/?p=2091</guid>
		<description><![CDATA[por Elaine Tavares &#8211; jornalista A televisão é uma usina ideológica. Gera milhares de megawatts de ideologia a cada programa, por mais inocente que pareça ser. E ideologia como definiu Marx: encobrimento da realidade, engano, ilusão, falsa consciência. Então, se considerarmos que a maioria da população latino-americana, aí incluída a brasileira, se informa e se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Elaine Tavares &#8211; jornalista</em></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/01/midia-e-crise.jpg"><img class="size-full wp-image-2092" title="midia-e-crise" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/01/midia-e-crise.jpg" alt="" width="304" height="193" /></a></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: left;">
A televisão é uma usina ideológica. Gera milhares de megawatts de ideologia a cada programa, por mais inocente que pareça ser. E ideologia como definiu Marx: encobrimento da realidade, engano, ilusão, falsa consciência. Então, se considerarmos que a maioria da população latino-americana, aí incluída a brasileira, se informa e se forma através desse veículo, pensá-la e analisá-la deveria ser tarefa intelectual de todo aquele que pensa o mundo. Afinal, como bem afirma Chomsky, no seu clássico “Os Guardiões da Liberdade”, os meios atuam como sistema de transmissão de mensagens e símbolos para o cidadão médio. “Sua função é de divertir, entreter e informar, assim como inculcar nos indivíduos os valores, crenças e códigos de comportamento que lhes farão integrar-se nas estruturas institucionais da sociedade”. Não é sem razão que bordões, modas e gírias penetram nas gentes de tal forma que a reprodução é imediata e sistemática.</p>
<p>Um termômetro dessa usina é a famosa “novela das oito”, que consolidou um lugar no imaginário popular desde os anos 60, com a extinta Tupi, foi recuperado com maestria pela Globo e vem se repetindo nos demais canais. O horário nobre é usado pela teledramaturgia para repassar os valores que interessam à classe dominante, funcionando como uma sistemática propaganda que visa a manutenção do estado de coisas. É clássica, nos folhetins, a eterna disputa entre o bem e o mal, o pobre e o rico, com clara vinculação entre o bem e o rico. Sempre há um empresário bondoso, uma empresária generosa, um fazendeiro de grande coração, que são os protagonistas. E, se a figura principal começa a novela como pobre é certo que, por sua natural bondade, chegará ao final como uma pessoa rica e bem sucedida, porque o que fica implícito que o bem está colado à riqueza, vide a Griselda de Fina Estampa, a novela da vez.</p>
<p>Outro elemento bastante comum nas novelas é o da beleza da submissão. Como os protagonistas são sempre pessoas ricas, eles estão obviamente cercados dos serviçais, que, no mais das vezes os amam e são muito “bem-tratados” pelos patrões. Logo, por conta disso, agem como fiéis cães de guarda. Um desses exemplos pode ser visto atualmente na novela global. É o empregado-amigo (?) da vilã Tereza Cristina. Ele atua na casa da milionária como um mordomo, cúmplice, saco de pancadas, dependendo do humor da mulher. Ora ela lhe conta os dramas, ora lhe bate na cara, ora lhe ameaça tirar tudo o que já lhe deu. E ele, premido pela necessidade, suporta tudo, lambendo-lhe as mãos como um cachorrinho amestrado. Tudo é tão sutil que não há quem não se sinta encantado pelo personagem. Ele provoca o riso e a condescendência, até porque ainda é retratado de forma caricata como um homossexual cheio de maneios, trejeitos e extremamente servil.</p>
<p>Mas, se o servilismo de Crô pode ser questionado pela profunda afetação, outros há que aparecem ainda mais sutis. É o caso da turma da praia que, na pobreza, hostilizava Griselda e, agora, depois que ela ficou rica, passou para o seu lado, vindo inclusive trabalhar com a faz-tudo, assumindo de imediato a postura de defensores e amigos fiéis. Ou ainda a relação dos demais trabalhadores com os patrões “bonzinhos”, como é o caso do Paulo, o Juan, o homem da barraquinha de sucos, e o Renê. Todos são “amigos” e fazem os maiores sacrifícios pelos patrões, reforçando a ideia de que é possível existir essa linda conciliação de classe na vida real. O grupo que atua com o cozinheiro Renê, por exemplo, foi demitido pela vilã, não recebeu os salários, viveu de brisa por um tempo e retomou o trabalho com o antigo chefe por pura bem-querença. Coisa de chorar.</p>
<p>Nesses folhetins também os preconceitos que interessam aos dominantes acabam reforçados sob a faceta de “promoção da democracia”. O negro já não aparece apenas como bandido, mas segue sendo subalterno. No geral faz parte do núcleo pobre, mas é generoso e sabe qual é o “seu lugar”. É o caso do ético funcionário da loja de motos. Um bom rapaz, que, no máximo, pode chegar a gerente da loja. As pessoas que discutem uma forma alternativa de viver aparecem como gente “sem-noção”, no mais das vezes caricaturada, como é o caso da garota que prevê o futuro, a mulher negra que era bruxa, o rapaz que brinca com fogo ou os donos da pousada que em nada se diferem de empresários comuns, a não ser nas roupas exotéricas. Ou o personagem do Zé Mayer, numa antiga novela, que via discos voadores, não aceitava vender suas terras e, no final, “fica bom”, entregando sua propriedade para a empresária boazinha que era dona de uma papeleira.</p>
<p>Os homossexuais também encontram espaço nas novelas, dentro da lógica da “democratização”, mas continuam sendo retratados de forma folclórica, como é o caso do Crô, na novela das oito, ou do transexual da novela das sete. Já o índio, como é invisível na vida real, tampouco tem vez nas tramas novelistas e quando tem, como a novela protagonizada por Cléo Pires, vem de forma folclórica e desconectada da vida real. E assim vai&#8230;<br />
Gente há que fica indignada com os modelos que as telenovelas reproduzem ano após ano, mas essa é realidade real. Os folhetins nada mais fazem do que reforçar as relações de produção consolidadas pelo sistema capitalista. Até porque são financiados pelo capital, fazendo acontecer aquilo que Ludovico Silva chama de “mais-valia ideológica”. Ou seja, a pessoa que está em casa a desfrutar de uma novela, na verdade segue muito bem atada ao sistema de produção dessa sociedade, consumindo não só os produtos que desfilam sob seu olhar atento, enquanto aguardam o programa favorito, mas também os valores que confirmam e afirmam a sociedade atual. Prisioneira, a pessoa permanece em estado de “produção”, sempre a serviço da classe dominante. Assim, diante da TV – e sem um olhar crítico &#8211; as pessoas não descansam, nem desfrutam.</p>
<p>É certo que a televisão e os grandes meios não definem as coisas de forma automática. Como bem já explicou Adelmo Genro, na sua teoria marxista do jornalismo, os meios de comunicação também carregam dentro deles a contradição e vez ou outra isso se explicita, abrindo chance para a visão crítica. Momentos há em que os estereótipos aparecem de maneira tão ridícula que provocam o contrário do que se pretendia ou personagens adquirem tanta força que provocam um explodir da consciência. E, nesses lampejos, as pessoas vão fazendo as análises e podem refletir criticamente. Mas, de qualquer forma, esses momentos não são frequentes nem sistemáticos, o que só confirma a função de fabricação de consenso que é reservada aos meios. Um caso interessante é o do transexual que está sendo retratado na novela da Record, que passa às dez horas. “Dona Augusta” é nascida homem e se faz mulher, sem a folclorização do que é retratado na Globo. É “descoberta” pelo filho que a interna como louca. Toda a discussão do tema é muito bem feita pelos autores, sem estereótipos, sem falsa moral. Mas, é a TV dos bispos evangélicos, que, por sua vez, na vida real pregam a homossexualidade como “doença”. São as contradições.</p>
<p>De qualquer sorte, a teledramaturgia brasileira deveria ser bem melhor acompanhada pelos sindicatos e movimentos sociais. E cada um dos personagens deveria ser analisado naquilo que carrega de ideologia. Não para ensinar aos que “não sabem”, mas para dialogar com aqueles que acabam capturados pelo véu do engano. Assim como se deve falar do que silencia nos meios, o que não aparece, o que não se explicita, também é necessário discutir sobre o que é inculcado, dia após dia, como a melhor maneira de se viver. Pois é nesse entremeio de coisas ditas, malditas e não ditas, que o sistema segue fabricando o consenso, sempre a favor da classe dominante.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiocampeche.com.br/2012/01/televisao-fabrica-de-mais-valia-ideologica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem não gosta de samba&#8230;</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2012/01/quem-nao-gosta-de-samba/</link>
		<comments>http://www.radiocampeche.com.br/2012/01/quem-nao-gosta-de-samba/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 14:32:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiocampeche.com.br/?p=2085</guid>
		<description><![CDATA[Rádio Campeche recomenda: Torresmo à Milanesa! Este clipe faz parte do DVD do Grupo de samba Torresmo à Milanesa, dirigido por Pepe Pereira dos Santos. Segundo Pepe, é &#8220;uma Produção BO (baixo orçamento) mas realizada com todo o amor que temos pela Ilha de Santa Catarina de Alexandria e pelo samba&#8230;&#8221; Clique aqui e assista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}"><strong><span style="color: #008000;">Rádio Campeche recomenda: Torresmo à Milanesa!</span></strong></p>
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}"><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/01/torr1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2087" title="torr1" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/01/torr1.jpg" alt="" width="425" height="83" /></a></p>
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}"><em>Este clipe faz parte do DVD do Grupo de samba Torresmo à Milanesa, dirigido por Pepe Pereira dos Santos. Segundo Pepe, é &#8220;uma Produção BO (baixo orçamento) mas realizada com todo o amor que temos pela Ilha de Santa Catarina de Alexandria e pelo samba&#8230;&#8221;</em></p>
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}">
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}">
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}">Clique aqui e assista ao clipe:</p>
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=A8x2mltZS80&amp;context=C3e09c7aADOEgsToPDskLjuwYIqaQ7HGi8zWlSqHur">Marcelo Sete Cordas com o grupo Torresmo à Milanesa</a></p>
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}">
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}">
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}">Acesse o blog: <a href="http://grupotorresmoamilanesa.blogspot.com/">http://grupotorresmoamilanesa.blogspot.com/</a></p>
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}">
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}">
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}"><em>O grupo se apresenta semanalmente no bar Canto do Noel e apresenta um repertório para apaixonar amantes do samba. Este é o clipe produzido pela Onda-AV do músico e compositor Marcelo Sete Cordas. Com boa música e imagens da bela e linda ilha de Santa Catarina.</em></p>
<p data-ft="{&quot;type&quot;:1}">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiocampeche.com.br/2012/01/quem-nao-gosta-de-samba/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Férias na Rádio Campeche</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2012/01/ferias-na-radio-campeche/</link>
		<comments>http://www.radiocampeche.com.br/2012/01/ferias-na-radio-campeche/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 15:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiocampeche.com.br/?p=2079</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/01/campeche.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-2080" title="campeche" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2012/01/campeche-723x1024.jpg" alt="" width="404" height="571" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiocampeche.com.br/2012/01/ferias-na-radio-campeche/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>II Festival Cultural das Areias</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/ii-festival-cultural-das-areias/</link>
		<comments>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/ii-festival-cultural-das-areias/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 11:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Toca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiocampeche.com.br/?p=2053</guid>
		<description><![CDATA[Ouça aqui:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ouça aqui: </p>
<p><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/cartaz_II_festival_2011-2.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-2055" title="cartaz_II_festival_2011-2" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/cartaz_II_festival_2011-2-768x1024.jpg" alt="" width="425" height="564" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/ii-festival-cultural-das-areias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/AREIAS.mp3" length="1541350" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>Eleições AMOCAM</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/eleicoes-amocam/</link>
		<comments>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/eleicoes-amocam/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 14:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiocampeche.com.br/?p=2038</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Escute aqui: Atenção moradores do Campeche! No próximo sábado (dia 17) ocorre a eleição para a nova diretoria da AMOCAM (Associação dos Moradores do Campeche). A votação será feita na sede da Rádio Comunitária Campeche, das 10h às 11h.  É obrigatório [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/AMOCAM.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2039" title="AMOCAM" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/AMOCAM.jpg" alt="" width="265" height="353" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escute aqui: </p>
<p><strong>Atenção moradores do Campeche!</strong></p>
<p><strong>No próximo sábado (dia 17) ocorre a eleição para a nova diretoria da AMOCAM (Associação dos Moradores do Campeche).</strong></p>
<p><strong>A votação será feita na sede da Rádio Comunitária Campeche, das 10h às 11h.</strong></p>
<p><strong> É obrigatório levar Carteira de Identidade e Título de Eleitor. O eleitor deve estar há mais de 2 anos morando e votar na zona eleitoral do Campeche.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/eleicoes-amocam/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/eleicoes-amocam.mp3" length="1303114" type="audio/mpeg" />
		</item>
		<item>
		<title>Conte-me o Filme</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/conte-me-o-filme/</link>
		<comments>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/conte-me-o-filme/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 07:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiocampeche.com.br/?p=2030</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; CONTE-ME O FILME: MAKING ON (TEASER): http://www.youtube.com/watch?v=P_LRL52kym0 &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Conte-me-o-filme.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-2031" title="Conte-me o filme" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Conte-me-o-filme-744x1024.jpg" alt="" width="419" height="574" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="watch-container">
<div id="watch-headline-container">
<div id="watch-headline">
<p id="watch-headline-title"><strong><span style="color: #008000;">CONTE-ME O FILME: MAKING ON (TEASER):</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=P_LRL52kym0"><span style="color: #008000;">http://www.youtube.com/watch?v=P_LRL52kym0</span></a></span></strong></p>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/conte-me-o-filme/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sem adeus, Mosquito&#8230; Tu vives</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/sem-adeus-mosquito-tu-vives/</link>
		<comments>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/sem-adeus-mosquito-tu-vives/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 17:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiocampeche.com.br/?p=2023</guid>
		<description><![CDATA[Por Elaine Tavares &#8211; jornalista &#160; Ali estávamos os dois, frente a frente. Eu, arrasada. Ele, abatido, no caixão. Lembrei-me de uma de nossas últimas conversas quando ele dizia, naquele jeito atabalhoado e gritão: “a solidão é foda, Elaine Tavares”. E ele falava da solidão que a pessoa fica quando se decide a andar na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;"><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mosquito.jpg"><img class="size-full wp-image-2024" title="mosquito" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mosquito.jpg" alt="" width="245" height="184" /></a></div>
<div style="text-align: right;">Por Elaine Tavares &#8211; jornalista</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ali estávamos os dois, frente a frente. Eu, arrasada. Ele, abatido, no caixão. Lembrei-me de uma de nossas últimas conversas quando ele dizia, naquele jeito atabalhoado e gritão: “a solidão é foda, Elaine Tavares”. E ele falava da solidão que a pessoa fica quando se decide a andar na contramão. Quando tudo aponta para que a criatura aceite as coisas, não esbraveje, não enxergue, não reivindique, não se indigne – e ela insiste em não fazer parte do cordão dos escravos de Jó. Aí ela fica sozinha. A pessoa assume o status de “leproso social”. Era como ele se sentia. “Abandonam a gente”. Alguma coisa assim como a imagem dada por um poeta, do qual não lembro o nome: numa terra de fugitivos, quem fica é que parece estar fugindo.<span id="more-2023"></span></p>
<p>Amilton Alexandre, o Mosquito era assim. Ele podia ter fugido para o mundo farto dos que se rendem ao sistema. Mas não, ele preferiu ficar do lado das gentes, do lado da cidade, das maiorias. Pagou alto preço por isso. E era uma dessas pessoas que não passam incólumes. Espalhafatoso, agitado, resmungão, inconveniente, excessivo. Tudo isso, é certo! Mas também era meigo, generoso, brincalhão, quase um menino, como lembrou hoje a Raquel Wandelli. Nietszche o descreve. “O super-homem é criança”. Assim, o Mosquito.</p>
<p>A primeira vez que o vi, não gostei dele. Era carnaval e ele comandava a folia no seu mítico bar, o Havana, reduto da cultura e da política no Desterro. Falava aos berros, xingava, esculhambava todo mundo. Eu, outra insuportável, torci o nariz. Mas, minha amiga Rose Laurindo, que é a generosidade em pessoa me dizia: “Ele é gente boa”. Fui acreditando. O tempo passou e comecei a gostar daquele homem amalucado que sonhava com uma cidade cheia de cultura, de coisas boas, de gente de bem. Com o fim do bar, o Mosquito sumiu. Mas, vez ou outra, quando acontecia alguma coisa muito escabrosa na cidade ele ligava, ou gritava da janela de um ônibus: “Elaine Tavares, tem que falar sobre isso, sobre aquilo”. Muitas das minhas pautas nasceram daquele olhar insistente que ele lançava sobre a vida da cidade. Era um repórter, dos bons.</p>
<p>E essa era outra de suas broncas. Ele se acreditava jornalista e queria o registro. Tivemos algumas conversas sobre isso, já que eu defendia o diploma. Tentava mostrar para ele que a questão do fim da exigência do diploma era coisa dos patrões, para explorar mais e melhor os trabalhadores, mas ele não se conformava. E mandava todos os sindicalistas “tomar no c” &#8230; A gente ria.  E eu o confirmava, dizendo que ele era mais jornalista do que uma multidão de formados. Ele ficava feliz. Gostava de ser elogiado.</p>
<p>Então, com o advento da tecnologia, a internet, o blog, ele pode dar vazão àquilo tudo que só esbravejava pelas ruas, nos bares, no mercado. E o seu blog “Tijoladas do Mosquito” passou a pautar a vida e a política da cidade e do estado.  Mosquito matava a cobra e mostrava o pau. Dizia as denúncias com todas as letras. “Ele era muito excessivo”, dizem alguns. Excessivo? Excessivos são os filhos de uma aberração que destroem a cidade, o estado, a natureza, as gentes. Excessivos são os empresários corruptos, os devastadores de praias, os que usam da justiça para proteger os ricos, os políticos ladrões. Esses são os “excessivos”, e Mosquito os nomeava, com nome, sobrenome e CPF, acompanhado de um monte de outros adjetivos de baixo calão. Tão baixo quanto os crimes que as figuras cometem. Ainda que freqüentem os salões.</p>
<p>Mosquito amava a cidade. Cuidava dela como uma mãe extremada vigia seus filhotes. Era comum encontrá-lo pelo terminal urbano, tarde da noite, com seu computador levantado, mostrando alguma barbaridade. Ou então pelas ruas da cidade, registrando as falcatruas e os abusos. Ele era o vigia da beleza, do bem viver. Queria que a cidade fosse para todos e não só para alguns e não poupava os vilões e os vendilhões.  Por isso, acumulou processos. Dizia o que nenhum jornalista diplomado jamais disse. Mostrava os documentos, provava.</p>
<p>Nas últimas semanas estava arrasado. Sem trabalho, sem dinheiro, sem o respeito dos seus colegas, ele se debatia em meio a uma série de ameaças de morte e de prisão. Não aceitava ser condenado numa ação do Marcondes de Mattos, por exemplo, que destruiu o Santinho para colocar lá um hotel cinco estrelas para usufruto só dos ricos. Na sua ingênua bondade, ele acreditava que a justiça não iria lhe dar esse golpe. Mas ela deu. Porque a justiça está quase sempre com os poderosos. Queria um emprego, o Mosquito. Mas não encontrava quem desse. Ele era um incômodo.  Da sua boca poderia sair a vociferação contra qualquer um, desde que esse um fizesse alguma merda contra a cidade, contra as gentes.</p>
<p>Hoje, ali, na pequena capela, os amigos foram chegando. E das suas bocas saíram as palavras mais belas. “Guerreiro, lutador, generoso, criança, defensor da cidade, apaixonado por Florianópolis, carinhoso, amigo, implacável contra a injustiça”. Cada uma delas foi tecendo a fala do Padre Vilson, que montou um mosaico dessa criatura cheia de contradições, mas igualmente repleta de maravilhas. Um ser humano, de sombra e luz! E, inacreditavelmente, Mosquito permanecia quieto. Fiquei a imaginar se numa outra dimensão ele não estaria aos gritos, vociferando.</p>
<p>Mosquito foi embora numa tarde temporal. A velha Desterro se derretia em água e relâmpagos. Foi a “hora noa” (hora da agonia) do guerreiro jornalista. Não sabemos ainda se alguém o matou.  Pode ser que ele tenha se desencantado tanto com as ações, as ameaças de morte, de prisão, o fim do blog, a falta de perspectiva de futuro e tenha decidido partir. Se foi assim, certamente seu gesto foi a definitiva banana para os seus inimigos. Ninguém iria se deliciar sobre seu despojo.  O grande urso, o menino indignado, o valente boca-suja deixa a vida. Mas a vida não o deixará. Amilton Alexandre, o Mosquito, é história! Não só por ter vivido a novembrada, pelo Havana Bar, pelos seus gritos de aviso, mas pelo seu amor incondicional pela cidade, pela cultura, pela justiça. E, enquanto o corpo que o abrigava baixa ao chão eu já o imagino, vivo, articulando junto a São Pedro, alguma confusão no céu&#8230; Quem sabe um bar?&#8230; Ou um cinema? Talvez um carnaval&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/sem-adeus-mosquito-tu-vives/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vem aí&#8230; 7º Balaio da Rádio!</title>
		<link>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/vem-ai-7%c2%ba-balaio-da-radio/</link>
		<comments>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/vem-ai-7%c2%ba-balaio-da-radio/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 01:05:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>aline</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rádio Campeche]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiocampeche.com.br/?p=2014</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/cartaz-balaio-radio-campeche-1012_pq.jpg"><img class="size-full wp-image-2015 alignleft" title="cartaz balaio radio campeche 1012_pq" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/cartaz-balaio-radio-campeche-1012_pq.jpg" alt="" width="427" height="640" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Convite-Radio-Campeche.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-2017" title="Convite-Radio-Campeche" src="http://www.radiocampeche.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Convite-Radio-Campeche-723x1024.jpg" alt="" width="450" height="633" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiocampeche.com.br/2011/12/vem-ai-7%c2%ba-balaio-da-radio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

