TOCA – Programação de Sábado

emiliaNeste sábado a TOCA – Ponto de Cultura está com uma programação especial para crianças de todas as idades.

15 Horas – Toca Cine Clube Infantil com a projeção de curtas infantis na Escola Brigadeiro Eduardo Gomes

17 Horas – Na Biblioteca Livre do Campeche – Bilica tem Contação de Histórias com a Emília do Sitio do Picapau Amarelo.

Todas as atividades são gratuitas.
Aproveitem!

Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • MySpace
  • PDF
  • Twitter
  • LinkedIn
  • RSS

Gyros Julinos

central5Olá pessoal, aí vai mais uma sessão de boa música, transmitida ao vivo pela Rádio Campeche nas últimas quatro semanas, no programa Gyros todo sábado às 20h20.

Dia 3 ouvimos o lounge/nu jazz de Marc Moulin, e o restante da noite continuou no mesmo clima sóbrio, quase sépia. Tem-se também a opção de degustação da parte final da noite, por aqui.

No dia 10 a comida foi um pouco mais temperada; muito saborosa, mas uma agüinha fez-se necessária.

Dia 17 uma reviravolta invadiu o estúdio, e os anos 90 tomaram conta da Rádio. Talvez culpa do niver do Ronnie Von, ou por termos encontrado um cd da banda Aqua, em estado semi-novo, numa das prateleiras da emissora; até esqueceu-se de gravar o podcast do dia. Pena.

No dia 24 de Julho, tivemos um leve pequeno-almoço com Buscemi. Os quitutes vizinhos ficaram por conta do Dj e Produtor Flávio Grams, que mostra um pouco de seu trabalho e sua trajetória como dj e compositor em Florianópolis, oferecendo-nos o melhor de sua culinária ao fim do programa. Voltamos sábado que vem, abraços.

| blogtwitteracervo |

Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • MySpace
  • PDF
  • Twitter
  • LinkedIn
  • RSS

Atrações desta semana na programação

Amanhã, no “Histórias da Música” (quartas-feiras, 21h30), apresentamos informações sobre Juçara Marçal, cantora paulistana membro do grupo de pesquisa musical “A Barca”, que lançou, em parceria com Kiko Dinnucci, o impressionante e maravilhoso álbum “Padê”. Ao seu lado,a honrosa presença do grupo de ska “The Skatalites”, representantes fundamentais deste gênero musical tão imprescindível às nossas vidas.

Na quinta, recebemos ao vivo um convidado especialíssimo: o guitarrista Jobert Narciso, em vinda relâmpago para o concerto dos músicos locais  Tatiana Cobbett e Marcoliva (www.myspace.com/benditacompanhia) que acontecerá na sexta. A partir das 20 hs, um pouco antes do “Agenda Sul”, o intrépido Glauco Marques capitaneará entrevista sobre o trabalho deste músico.

Por fim, na próxima edição do “Campo de Peixe” estará presente o maricultor Rui Wolff, para falar um pouco dos trágicos prognósticos para a maricultura da grande Florianópolis, caso se implante o estaleiro OSX em Biguaçu.

Imperdível! Sintonize e divulgue!

Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • MySpace
  • PDF
  • Twitter
  • LinkedIn
  • RSS

Aniversário Programa ECOLOGIA HUMANA

convite

Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • MySpace
  • PDF
  • Twitter
  • LinkedIn
  • RSS

Comunidade do Campeche faz protesto por derrubada do Bar do Chico

Por Elaine Tavares – jornalista

DSC00574

O sábado chorou, porque até a natureza sabia que o Bar do Chico era espaço coletivo, das gentes do Campeche. Mas, mesmo com chuva o povo foi para a praia levantar as bases de mais um momento de luta comunitária. Em meio à chuva, o velho bar voltou à vida. Chegou pelas mãos do artista-poeta Paulo Renato Venuto que, durante uma semana inteira investiu na re-criação do bar.

Assim, enquanto a polícia espiava, pronta para intervir se acaso o povo quisesse levantar uma construção, os garotos chegaram com o bar pronto, em miniatura, um gesto poético que mostrou o quanto a força bruta jamais consegue deter a memória. Ali estava o bar com suas paredes pintadas, sua cerca treliçada de madeira, seu telhado, sua aura, seu jeito campechiano. Então, em volta dele se juntaram as gentes. Cada um disse sua palavra, falou do que significava tudo aquilo, do absurdo que era a prefeitura derrubar o bar e deixar todo um mundo de hotéis, condomínios e casas de luxo em pé. Por que esta sanha contra o velho bar? Por que este ódio contra um espaço comunitário do povo guerreiro do Campeche?
A resposta todos sabem muito bem. O Campeche é comunidade de luta. É gente que se junta para decidir seu destino, é gente que briga contra as propostas de destruição ambiental, que enfrenta os poderosos, que denuncia os corruptos políticos de plantão. E, para os que mandam, essa gente merecia um cala-boca. Para isso decidiram atacar um homem velho, que desde os anos 60 tem sido uma referência no bairro, dando a ele, inclusive, filhos, que, participando ativamente da vida política da cidade, também dão trabalho ao poder.

O Campeche precisava de uma lição por conta de toda a sua luta por um plano diretor que respeitasse a vontade de seu povo. Desde a primeira vez que a prefeitura, ainda sob a gestão de Angela Amin, quis colocar no bairro mais de 400 mil pessoas, essa gente lutou. E agora, com Dário, o povo continuou emperrando os projetos absurdos tais como o do emissário que levaria toda a merda da cidade para o mar. Então, numa manhã brumosa, vieram as máquinas e derrubaram tudo, apesar de toda a comunidade  ser contra. Foi uma vingança do poder contra aqueles que barram seus interesses.

Neste sábado a comunidade se reuniu para realizar um ato político/poético. Mas isso não significa que vai ficar só nisso. A proposta é realizar novos encontros e organizar a re-construção real. Aquele é um espaço histórico, patrimônio imaterial do Campeche. O poder público sabe que esta comunidade não é de brincadeira e ninguém pisa no pé do Campeche impunemente. Ninguém aqui vai se intimidar com as ameaças das autoridades que não tem moral alguma para fazer valer sua voz. O sábado serviu para protestar e discutir estratégias. Essa comunidade aguerrida vai saber como responder a esse ataque obtuso. É só esperar. Como diz a valente Débora Daniel. “Nós vamos brigar!” Como? Isso a cidade logo vai saber!

Assista ao vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=lOcRtwe4hWM

Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • MySpace
  • PDF
  • Twitter
  • LinkedIn
  • RSS

ALERTA GERAL EM IMBITUBA: juíza pede à PM para despejar agricultores

Originalmente publicado em imbitubaurgente.blogspot.com

Os humildes agricultores dos Areais da Ribanceira, muitos com idade entre 80 e 90 anos, cujas famílias cultivam aquelas terras há mais de 100 anos, estão em estado de alerta: a Justiça Federal de Laguna pediu à Polícia Militar de Santa Catarina que execute o despejo dos produtores, com base numa ação de reintegração de posse.
A sentença está nas mãos da Companhia da Polícia Militar de Imbituba, a mesma que promoveu a prisão arbitrária de três líderes da comunidade tradicional recentemente. No entanto, os policiais terão que receber ordens diretas do governador Leonel Pavan (PSDB) para utilização de força, assim como do Núcleo de Gerenciamento de Crise, órgão interno da PM que administra situações de conflitos coletivos.
A cada dia cresce a mobilização envolvendo entidades e lideranças políticas para evitar que mais esse atentado seja cometido contra a comunidade tradicional de Imbituba.
O Grupo Votorantim é um dos mais interessados no despejo. Ele é adquirente de uma área que pertencia à União, foi desapropriada na década de 1970 para construção de um polo petroquímico, que não vingou, e foi revendida entre grupos econômicos. Originalmente, as terras sempre pertenceram às antigas famílias, que receberam indenizações irrisórias ou, em grande parte, sequer foram pagas.
A Votorantim está construindo uma cimenteira. Na semana passada, a empresa foi flagrada fazendo extração ilegal de areia em área de preservação permanente. Apesar de denúncia, não houve qualquer ação por parte da polícia e do Judiciário.

EM VIGÍLIA

Além do cultivo de mandioca para sobrevivência, a terra representa a identidade cultural dessas famílias – e, por extensão, do próprio povo de Imbituba, que tem características similares. Essa comunidade se enquadra no mesmo perfil dos quilombolas e indígenas; portanto, deveria estar sendo protegida por lei e reconhecida, por primeiro, pelo governo do Estado, que em tese é o gestor dos interesses do povo catarinense.
O governador Leonel Pavan chegou a declarar, através do Twitter, que apoiava os agricultores de Imbituba, “como também todos os agricultores de Santa Catarina”, sem demonstrar uma preocupação objetiva com a situação neste município.
Os grupos econômicos ficam mais ricos desta forma, expulsando famílias humildes e escudando-se em governos e em políticos que atuam contra o próprio povo que deveriam representar. Quando não agem frontalmente contra a população, muitos políticos preferem a omissão, que acaba favorecendo a gana especulativa de empresários cujo compromisso único é com o lucro, em detrimento da população e do meio ambiente.
Os parlamentares da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa visitaram a área e se mostraram convictos da legitimidade da luta empreendida pela Associação dos Agricultores dos Areais da Ribanceira (Acordi).
Entidades, pesquisadores, estudantes e voluntários estão multiplicando uma corrente de solidariedade que se estende a todo o Brasil.
Qualquer arbitrariedade envolvendo esta comunidade será imediatamente repudiada com a mesma intensidade que as prisões ilegais cometidas contra as lideranças da Acordi.
De quinta para sexta-feira (23), quando a ordem de despejo foi solicitada à PM, aumentou a vigília em várias regiões de Santa Catarina para assegurar a integridade das famílias, que apenas lutam para continuar a produzir seu pedaço de chão e manter a identidade que herdaram de seus antepassados.
É o povo e a História dos catarinenses que estão sendo ameaçados.
Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • MySpace
  • PDF
  • Twitter
  • LinkedIn
  • RSS

Derrubaram o Bar do Chico, mas ele voltará!

Por Elaine Tavares – jornalista

bar do chico1No raiar da manhã de uma sexta-feira de muito frio vieram os homens e as máquinas. Não avisaram ninguém. Em minutos, derrubaram o Bar do Chico, ponto cultural da comunidade do Campeche, que está na praia desde 1981. Lugar que é reconhecido pelas pessoas que vivem no bairro como espaço coletivo  de encontro e lazer. É, porque o Campeche, até hoje, sequer um praça tem. Os espaços coletivos são os que a própria comunidade cria e o Bar do Chico era um deles.

Seu Chico é um homem simples, pescador, que nasceu e viveu toda sua vida no Campeche. Do mar, tirou o sustento dos 13 filhos que criou. Mas, quando no início dos anos 80, os barcos industriais começaram a varrer o mar, tirando o pão da boca dos pescadores artesanais, ele precisou se virar.

Naqueles dias não havia quase nada no Campeche, a não ser os ranchos de pesca que acolhiam as canoas e os homens. Então, do rancho nasceu o bar e, logo em seguida, o lugar virou o coração do Campeche.

O Bar do Chico estava na beira da praia, feito de madeira e palha. Lugar simplesinho, como Chico. Não havia cercas, era território liberado para as famílias que vinham à praia, para as crianças pegarem uma sombra, para o uso gratuito do banheiro nestes tempos em que se paga para tudo. No bar do Chico as gentes celebravam o começo do ano, o meio do ano, a chegada do verão, da primavera, das tainhas, o carnaval. Era a praça coletiva.

Então, deu que o filho do Chico, Lázaro, se fez vereador. Homem sério, decidido, resoluto, do lado dos empobrecidos, dos sem casa, sem terra, sem nada. Incomodou demais. Angariou inimigos. Sem ter como atingi-lo, os políticos que se acham donos da cidade, decidiram se vingar no pai.

Começou a perseguição ao Bar do Chico. A alegação é de que o mesmo estava construído nas dunas e isso não podia ser. Mas, por outro lado, por toda a parte, as dunas do Campeche iam sendo tomadas e não havia ninguém querendo destruir nada. Só o Bar do Chico.

É que o Campeche é um bairro chato demais. Aqui as pessoas participam da vida da cidade, elas fazem reuniões, brigam com a prefeitura, apresentam propostas, não aceitam a especulação, enfrentam empresários, fazem o diabo. As gentes do Campeche são incomodativas demais.  Então, precisava um baque, um golpe só, para quebrar a espinha, a alma forte das famílias pescadoras.

Por quase vinte anos pairou a ameaça de derrubada. Mas, o povo nunca permitiu. Quando se anunciava a vinda, lá estava a comunidade, vigiando. Então, nesta sexta, vieram sem aviso. E quebraram a espinha do Campeche. Na manhã de sábado, na sede da Rádio Comunitária, as pessoas chegavam aos borbotões. Vinham chorando, indignadas, iradas, resolutas, aquilo não ficaria assim. Ninguém estava imóvel. O golpe não vingara. Não se quebrara a espinha, não se destruíra a alma. Pelo contrário. O que assomava era a velha e renovada força popular. “Reconstruiremos!”, diziam…

O Bar do Chico caiu. E todos sabem por quê. Por outro lado, enquanto a tal da “justiça” cristaliza uma vingança em cima de um homem velho e de uma comunidade guerreira, a Casan (estatal que cuida da água e do esgoto) premia os invasores privados das dunas com a passagem de rede de esgoto nas suas casas. O mesmo estado que derruba o espaço comunitário e livre do Campeche, é o que arranca 16 milhões de reais dos cofres públicos para construir um molhe na Praia da Armação, unicamente para salvar as propriedades privadas de famílias que invadiram a beira do mar. A justiça que derruba o coração do Campeche é a mesma que permite que o famoso jogador de tênis, Guga, desfrute privadamente das dunas e da praia do Campeche. A prefeitura derruba o Bar do Chico ao mesmo tempo em que libera a construção de casas no Morro do Lampião. Ou seja, para os ricos tudo, para as comunidades nada.

O que aconteceu nesta sexta-feira no Campeche não é nada de novo. É o  estado e a justiça, instrumentos de uma classe, usando seu poder sobre quem lhes incomoda. A prefeitura, incomodada com os entraves ao plano diretor que o Campeche sempre põe, quis dar  uma lição às gentes. Um cala a boca. Não vai conseguir.bar do chico2

O povo do Campeche quer seu espaço de volta e vai reerguê-lo com as próprias mãos, a menos que cada casa, cada hotel, cada condomínio, cada espaço privado seja também demolido. Se não for assim, o Bar do Chico vai viver outra vez. Ah, vai…

E o primeiro momento de reconstrução acontece neste sábado, dia 24, a partir das três horas da tarde. O Campeche estáconvidando toda a cidade para vir ajudar.  Aqui não vai acontecer como no poema, no qual eles vem, pisam o nosso jardim e ninguém diz nada. Aqui, quando alguém pisa no jardim do vizinho, as gentes se levantam. Hoje pisaram no jardim do Campeche. Pois vão conhecer a força do povo!

Ato Público:  Dia 24 de julho. 15h. Em frente ao bar do Chico.  Traga seus instrumentos de trabalho.

Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • MySpace
  • PDF
  • Twitter
  • LinkedIn
  • RSS

Último choro tocado por Paulo Moura

paulo moura

Último Choro tocado por Paulo Moura, com Wagner Tiso ao teclado, no dia 10 de julho de 2010, na Clínica São Vicente, RJ, onde veio a falecer 2 dias depois. Emocionante despedida.

Clique aqui e veja
Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • MySpace
  • PDF
  • Twitter
  • LinkedIn
  • RSS

Pra quem perdeu o último “Pra desterro”…

… pode ouvir a excelente fala do Fernando Bittencourt sobre a Copa Do Mundo e também os procedimentos científicos, minuciosamente calculados, para transformar garotos em máquinas futebolísticas. O programa foi gravado e pode ser baixado em http://cirandadapalavra.podomatic.com/

Lá estão algumas das últimas edições do programa também.

Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • MySpace
  • PDF
  • Twitter
  • LinkedIn
  • RSS

Reativada Associação Cultural Comunitária Cidadania de Fraiburgo

Aconteceu no dia 09/07/2010 a assembléia que reativou a Associação Cultural Comunitária Cidadania de Fraiburgo, o local foi o Centro de Formação Profissional – CEPROFF, a assembléia contou com a presença de mais de 60 pessoas representando 15 organizações sociais. O objetivo central da Assembléia foi à reativação da Associação Cultural Comunitária Cidadania de Fraiburgo, como primeiro passo, para a reconstrução da rádio Comunitária Cidadania, que já operou em Fraiburgo em anos anteriores. Veja as fotos clicando no link: http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=11063662060312871510&aid=1278740994

Leia matéria na íntegra: http://www.agecon.org.br/comentarios/Comentario.asp?cod=

Compartilhe:
  • Print
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Add to favorites
  • email
  • MySpace
  • PDF
  • Twitter
  • LinkedIn
  • RSS